30 de abril de 2009

Eros e Psiquê



       Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada

    A quem só despertaria
    Um Infante, que viria


    De além do muro da estrada.

    Ele tinha que, tentado,
    Vencer o mal e o bem,
    Antes que, já libertado,
    Deixasse o caminho errado
    Por o que à Princesa vem.

    A Princesa Adormecida,
    Se espera, dormindo espera,
    Sonha em morte a sua vida,
    E orna-lhe a fronte esquecida,
    Verde, uma grinalda de hera.

    Longe o Infante, esforçado,
    Sem saber que intuito tem,
    Rompe o caminho fadado,
    Ele dela é ignorado,
    Ela para ele é ninguém.

    Mas cada um cumpre o Destino
    Ela dormindo encantada,
    Ele buscando-a sem tino
    Pelo processo divino
    Que faz existir a estrada.

    E, se bem que seja obscuro
    Tudo pela estrada fora,
    E falso, ele vem seguro,
    E vencendo estrada e muro,
    Chega onde em sono ela mora,

    E, inda tonto do que houvera,
    À cabeça, em maresia,
    Ergue a mão, e encontra hera,
    E vê que ele mesmo era
    A Princesa que dormia.

Fernando Pessoa.

4 de maio de 2008

Falando sobre um assunto serio.




Oi amigos, quanto tempo. Estou aqui hoje porque decidi usar a Internet para encontrar um irmão meu que esta desaparecido mais de 15 anos.


Seu nome eh Paulo Henrique Souza Medeiros, nascido em 30/04/91, e foi sequestrado pelo pai, que o pegou para passar o final de semana, na minha cidade natal Jacobina, na Bahia, com um pouco mais de 1 ano, e nunca mais deu noticia. No inicio, minha mãe fez tudo o que podia, mas sem dinheiro não foi possível dar prosseguimento as buscas. Eu que sou irmã, que tenho poucas lembranças do meu irmão sofro com sua ausência, não consigo imaginar a dor de minha mãe. O meu sonho, e também o da minha mãe, eh encontra-lo, saber como ele esta, se ao menos esta vivo.



O nome do safado, perdoem-me a palavra, que o levou eh, Nilson Bruno de Medeiros. Eu sinceramente não sei o que fazer para encontra-lo, tudo parece tal difícil, tantos anos se passaram, não temos ideia de onde ele se encontra. PENSE NUM SENTIMENTO RUIM. Esse de não poder fazer nada, a não ser o que faço agora, que espero que adiante de alguma coisa. Afinal a Internet deve servir pra outras coisas alem de orkut, bate-papo, entre outras, quem sabe não será a rede que me trará meu irmão de volta.


Fiz uma comunidade no orkut pra divulgar o caso, espero que todos os blogueiros participem dela. Por favor!




Aceito dicas de pessoas também sobre alguma coisa que eu possa fazer para encontra-lo. Todas serão bem aceitas e desde agradecida!


Conto com vocês pra divulgar o caso, podem passar a comu pra seus amigos, quanto mais pessoas participarem melhor, quem sabe alguém não o reconheça, esta eh minha .


Obrigada!pela atenção de vcs para com uma historia tão grande e que não eh nem uma piada, nem mesmo algo agradável.Mas espero em breve poder trazer boas noticias.
Ah...Uma pessoa que comentou adicionou minha comunidade na sua para divulgá-la mais... Daí tive a idéia de pedir mais esse favorzinho a vocês: Quem tiver comunidade, e não for incomodo, poderia me ajudar a divulgar a minha add naquelas que aparecem nas suas. Eu ficaria muito grata, seria uma grande ajuda!
BJuos!

21 de março de 2008

Como percebemos o outro?

A percepção social é a maneira como formamos impressões sobre as outras pessoas e fazemos inferências sobre elas.

O dicionário online de ngua portuguesa diz: PERCEBER É: Apreender pelos sentidos, pela mente; formar ideia de; notar. / Compreender bem; atinar com. / Receber (honorários, vantagens pecuniárias).http://www.workpedia.com.br/perceber.html


Acredito que perceber além de uma
aptidão permitida pelos órgãos sensoriais, é uma atividade bem especial no ser humano.

Li uma vez que bastam alguns segundos para nós simpatizarmos ou não com uma pessoa que acabamos de conhecer. E essa simpatização ou não é que determinará em grande parte a maneira como iremos nos relacionar com aquela pessoa. Não é incomum conhecermos uma pessoa e não gostarmos dela. Tendemos a pensar "aquela tem cara de chata". E depois de algum tempo lá estamos nós pra cima e pra baixo com aquela pessoa chata. De repente ela se torna nossa melhor amiga (ou melhor amigo). E isso não é nada raro. Já aconteceu comigo e certamente com vocês.

Se nós lá no fundo sabemos que não dá pra atribuir significações tão importantes sobre o outro de forma tão imediata, por que o fazemos? Acho que devido a uma necessidade de categorizar as pessoas. Até mesmo de rotular.

Temos o costume de interpretar uma pessoa pelo seu olhar. Ou mesmo pelo seu modo de se vestir. Pelas pessoas com quem andam, pelas músicas que ouvem, pelos lugares que frequentam. Isso é possível? Claro que estas coisas nos dizem muito sobre o outro. MAS NÃO TUDO!
Há sempre mais por traz de tudo isso. Isso é só a embalagem e é tudo o que temos acesso num primeiro momento. Muitas vezes essas coisas são apenas uma máscara atrás da qual nos escondemos. Nós não aceitamos sermos resumidos as roupas que vestimos. Por que fazemos isso com o outro?

O ser humano, nós somos mais complexos que isso. Mais inteiros que isso que é só uma parte de um todo.

Por isso acredito que todos devemos ficar mais abertos ao outro. Porque nós somos constituídos por ele e somos parte dele. Devemos respeitar mais as diferenças e estar abertos a conhecer o novo mais profundamente. O outro nos enriquece, as diferenças só nos fazem mais e mais especiais. Vamos ver o mundo e as pessoas com os olhos de quem vê uma maravilha da natureza. Afinal é o que somos!

25 de fevereiro de 2008

A danada da TPM!!!!!

TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL

Também conhecida por TPM, é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher.

A TPM é uma desordem neuropsicoendócrina com sintomas que afetam a mulher na esfera biológica, psicológica e social.

A tendência hoje é acreditar que a função fisiológica do ovário seja o gatilho que dispara os sintomas da síndrome alterando a atividade da serotonina (neurotransmissor) em nível de sistema nervoso central.

O tratamento depende da severidade dos sintomas e incluem modificações alimentares, comportamentais e tratamentos medicamentosos.

(fonte:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?404)

Como nós mulheres sofremos, não é?!

Acho que até os homens concordam com isso.

*Sofremos com cólicas menstruais uma vez por mês, além de menstruar, claro, que não é nada agradável, nem confortável.
*Parimos, um momento nada tranqüilo, não precisa p
arir pra saber, basta ouvir os relatos ou assistir a vídeos de partos normais, como aconteceu comigo hoje. Cenas nada agradáveis, só para constar!
*E ainda tem a danada da TPM, que enche o saco da gente, que nos torna insuportáveis para os outros e principalmente faz mal pra nós mesmas que nos irritamos com qualquer besteira, temos raiva do mundo e especialmente dos homens; não sei por que essa transferência para o sexo oposto. Deve ser porque sentimos inveja deles pois sabemos que eles não passam por todos esses sofrimentos exclusivos do nosso gênero.

Hoje o sol nasceu quadrado, levantei com o pé esquerdo, a lua tá coberta pelas nuvens, meu cachorro não me deu bola, a chuva não me permitiu ir andar, me chatiei com meu namorado só porque ele criticou as músicas de Alejandro Sanz, coisa que eu relevaria normalmente, mas entendamos ESSE PERÍODO NÃO TEM NADA DE NORMAL!Nada é relevado.


Pois é, deu pra perceber, hoje é um dia desses pra mim. Por isso não venham comentar colocando algum defeito no meu post, pois é bem capaz de eu ir no seu blog e "rodar a baiana"....kkkkkkkkkkkk....Brincadeira...


24 de fevereiro de 2008

ALGUMAS FOTOS


Eu e minha mãe o amor da minha vida, a razão do meu ser.TE AMO MAINHA!


(P.S.TAVA SEM INSPIRAÇÃO PRA ESCREVER, ENTÃO RESOLVI COLOCAR UMA FOTO COM MINHA MUSA INSPIRADORA!)


15 de fevereiro de 2008

Banalização de cirúrgias plásticas

Das 700 mil intervenções feitas no Brasil em 2006, 15% eram em adolescentes.
A faixa de 18 a 24 anos é a que mais tem aumentado. É uma faixa etária com maior poder de convencimento”, observa Osvaldo Saldanha, presidente da SBCP. “Não se pode banalizar a cirurgia plástica. Isso é um perigo. Os riscos cirúrgicos são os mesmos de qualquer outra cirurgia”, alerta o cirurgião Ivo Pitanguy.
Outro fator, segundo uma reportagem divulgada no site da Globo (www.globo.com), para tal banalização é o folgado parcelamento das cirúrgias, que propiciam às pessoas com menores condições financeiras realizar aquelas "pequenas" correções que as faziam tão infelizes.
Nos últimos anos a busca pela imagem perfeita tem feito com que cada vez mais jovens recorram a cirúrgias plásticas sem considerar os riscos que taiscirúrgias representam. Não é um fato estranho essa banalização de cirúrgias plásticas uma vez que a mídia em geral supervaloriza o corpo. Dita o que é feio ou bonito, se se deve ser magro ou gordo, popular ou introvertido, claro que os primeiros destas dualidades são em demasia valorizados.
Como os adolescentes iriam reagir a toda essa pressão se tudo o que eles querem nesta faixa etária, na maioria das vezes, até inconscientemente, é ser aceito, é ser popular, é ser bonito?? Poucos são os que tem uma personalidade formada e não se deixam influenciar por essa massificação da cultura de valorização da imagem, ou pelo menos a influência é em menor intensidade.Claro que a preocupação com o corpo, faz com que, não só os jovens mas todos que se preocupam em demasiado com a imagem, se esqueçam de se enriquecer culturalmente. Aí nos deparamos mais uma vez com a famosa dualidade Corpo X Mente.
É díficil dizer que este é um fenômeno passageiro, quando o que vemos parece irreversível. O crescimento desmedido nas estatísticas relacionadas ao culto de valorização da estética é uma prova de que essa super-valorização do corpo precisa ser freada rapidamente, antes que as pessoas percam suas formas naturais, suas expressões faciais e acabem ficando tão artificial quanto uma boneca de plástico. O lindo nos seres humanos são as diferenças que encontramos em cada um, sejam elas físicas ou psicológicas.

12 de fevereiro de 2008

A internet e a Criança e o adolescente



A Internet está cada vez mais presente na vida das pessoas, especialmente das crianças e dos adolescentes que têm na rede seu maior meio de diversão no mundo atual. Num momento em que a violência está por todos os lados, a Internet vem tomando o lugar de uma ida à praia, de um passeio no parque ou uma visita a um coleguinha. Ficar em casa é mais seguro. Mas nesse ambiente a Internet é a jenela para o perigo que pensamos estar do lado de fora.

Sabemos que através da internet temos acesso a um mundo de informações e conhecimentos, podemos, por exemplo, ler aquele jornal internacional tão importante e saber o que está acontecendo ao redor do mundo com um clique. Mas esse é um meio de comunicação ingovernável. É impossível controlar o que é acessado pelas crianças e pelos adolescentes, saber com quem eles trocam informações e até confidências; muitas vezes essas trocas ocorrem com desconhecidos .

Hoje existem muitos programas de bloqueio que os pais podem usar para regular os sites visitados pelos seus filhos, porém, especialistas alertam que nenhum software é capaz de bloquear os milhares de sites.

Com a média de 15horas e 25 minutos dedicados por crianças brasileiras ao computador o Brasil já ultrapassou países como os Estados Unidos e a Austrália. Daí a relevância de saber com quem elas se relacionam, que sites visitam e, especialmente, estipular um tempo limite de uso do micro durante a semana e nos finais de semana também. Isso é importante para que as crianças não deixem de fazer outras atividades mais socializantes, menos solitárias. Uma vez que o simples brincar com uma coleguinha se transforma em aprendizado social, ensina como devemos nos comportar em sociedade.

Ao lado da antiga preocupação com a influencia da televisão,dos videogames, das revistas em quadrinhos, está hoje o receio crescente com os perigos e a influencia negativa da rede sobre as inexperientes e influenciáveis crianças. Por tudo isso, cabe aos pais estarem fiscalizando o acesso dos filhos e procurar orientá-los sobre os perigos presentes na rede. Para tal os pais têm que procurar estar se familiarizando com o mundo virtual e seus termos, para assim, fiscalizar e orientar melhor. E desta forma proteger seus filhos e sua casa.